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Capacetes de Segurança: Proteção máxima

 De acordo com o AEPS (Anuário Estatístico da Previdência Social), no ano de 2012 foram registrados 705.239 acidentes de trabalho. Desses, em 23.169 casos foi registrada a cabeça como parte atingida. Se incluirmos na conta lesões nos ouvidos, olhos, boca, mandíbula e outras partes da face, o número sobe para 57.786. Pode parecer pouco frente ao número total (cerca de 8,2% dos acidentes registrados), mas os danos de um acidente deste tipo podem ser grandes.


Pode-se afirmar que a cabeça é a parte do corpo humano que melhor deve ser protegida. Ela guarda o centro de nosso sistema nervoso central, o cérebro, e qualquer dano a ele, por menor que seja, pode ocasionar uma série de consequências. É impreciso, portanto, dizer que proteger o crânio previne somente prejuízos de ordem física - há uma ampla literatura médica que relaciona pancadas na cabeça a efeitos como perda de memória recente, problemas de concentração, síndrome do pânico, transtorno obsessivo-compulsivo, depressão e outras enfermidades psíquicas. Se não é difícil justificar porque é importante que nosso cérebro fique bem resguardado, é fácil compreender a importância dos equipamentos destinados à proteção da cabeça em diversos ofícios.

É fundamental atentar ao fato de que a proteção do capacete não exime o trabalhador de todos os perigos. Caso não seja utilizado em conjunto com outras medidas de segurança, pode não ser suficiente. "O capacete não tira a necessidade de outras soluções de engenharia, como a calha e as redes ao redor das construções, amarrar bem os materiais e outras boas práticas, que continuam sendo necessárias", atenta Guilherme Dias, engenheiro de serviço técnico da 3M.


Fonte: Revista Proteção - Edição 05/2014

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